Nefroclínica inaugura nova sede em Foz do Iguaçu, dia 22

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Em novas instalações, na Vila A, clínica amplia a estrutura física e oferece um atendimento ainda mais completo ao pacientes com doença renal de toda a região

Ao completar 30 anos de serviço na assistência médica ao paciente renal, a Nefroclínica comemora em 2018 uma importante conquista. No dia 22 deste mês, será inaugurada a nova sede, na Rua Parati, 608, na Vila A, em Foz do Iguaçu. Na ocasião, médicos, colaboradores e parceiros da clínica conhecerão o novo espaço com mais de 2.600 m² de área construída. No novo local, a clínica oferece mais conforto, segurança e o melhor da tecnologia aos pacientes com doenças renais de Foz do Iguaçu e mais oito cidades da região, além do Paraguai e Argentina.

À frente do empreendimento estão os médicos nefrologistas Célia Regina Barufatti, Marcelo Alfieri, Ana Claudia Zamarian e Marcelo Augusto Gonçalves que, numa atitude de ousadia e coragem, decidiram fazer o investimento para oferecer um serviço de qualidade, principalmente aos pacientes do SUS, que correspondem a 90% dos atendimentos na Nefroclínica. “A inauguração representa um marco na nossa história. Juntos, estamos estabelecendo um novo patamar de atendimento aos pacientes renais crônicos na região, garantindo a todos o acesso aos melhores tratamentos e tecnologias disponíveis, para que possam desfrutar da vida com melhor qualidade”, afirma o Dr. Marcelo Gonçalves.

Equipe qualificada

Juntamente com o corpo médico, enfermeiras especialistas em nefrologia, técnicos de enfermagem, assistente social, psicólogo e nutricionista fazem o atendimento ambulatorial e hospitalar de pacientes que precisam de hemodiálise, diálise peritoneal, hemodiafiltração e também o preparo do paciente pré-transplante renal e acompanhamento pós procedimento. Com capacidade de atender 60 pacientes simultâneos.  A clínica trabalha em três turnos diários, das 6 às 10 horas; das 11 às 15 horas e das 16 às 20 horas, a média de atendimentos é de 360 pacientes por semana que realizam cerca de 4.680 sessões por mês.

A estrutura dispõe de consultórios, salas de observação, de emergência, de procedimentos e um amplo espaço para os leitos de diálise equipados com televisores e acesso à internet. Para maior conforto, as cabines estão equipadas com tomadas para recarga de celular e os pacientes podem usar fones de ouvido enquanto fazem as sessões. Há também sala de treinamento e refeitório onde são servidos lanches e refeições gratuitos aos pacientes do SUS.

Hemodiafiltração de alto volume

A clínica tem como diferenciais o tratamento de água, fundamental para as terapias hemodialíticas, de última geração, vindo da Alemanha. São dois conjuntos com dupla filtração que garantem uma água ultrapura resultando numa grande margem de segurança para a terapia. Outro destaque é uma terapia inovadora, chamada hemodiafiltração de alto volume, uma evolução do tratamento convencional. Também conhecida como HighVolumeHDF, ela se diferencia da hemodiálise porque permite uma melhor remoção de toxinas, que são nocivas ao organismo. “Ao realizar a filtragem de moléculas maiores, essa modalidade é mais eficiente e se reflete diretamente numa melhor evolução, com redução de medicamentos, internações e especialmente na melhor qualidade de vida. do paciente”, explica a Dra. Ana Claudia Zamarian.

Pioneirismo

Fundada em 1988, a Nefroclínica foi a primeira clínica de Foz do Iguaçu a atender pessoas com insuficiência renal. Antes, os pacientes de toda a região precisavam se deslocar para fazer o tratamento em Cascavel. Em três décadas de existência, a clínica presta assistência a pacientes da rede conveniada de saúde, particulares e do SUS de Foz do Iguaçu, Itaipulândia, Matelândia, Medianeira, Missal, Ramilândia, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu e Serranópolis do Iguaçu, municípios da área de abrangência da 9ª Regional de Saúde, além de paraguaios e brasileiros que moram no Paraguai.

“Oferecemos o mesmo atendimento que prestamos até hoje aos pacientes e que fez da Nefroclínica uma instituição de referência e credibilidade, porém, em novas e modernas instalações. Encerramos uma etapa e iniciamos outra evoluindo tecnologicamente e em condições muito melhores visando o bem-estar das pessoas atendidas aqui, assim como um melhor ambiente de trabalho para toda equipe e parceiros”, a médica nefrologista, Célia Regina Barufatti e uma das fundadoras da Nefroclínica, em 1988. Até a mudança para o novo endereço, a clínica atendia em dois locais: no prédio da antiga Santa Casa e numa ala do Hospital Ministro Costa Cavalcanti.

Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que há no país 120 mil pessoas em Terapia Renal Substitutiva, mais do que o dobro do que havia no início do século passado. São realizados cerca de 14 milhões de procedimentos todos os anos. A maior incidência da doença acontece em pacientes crônicos como diabéticos, hipertensos e com histórico familiar de problemas renais. Nesses casos, os exames são fundamentais. “Quando o diagnóstico de insuficiência renal é feito, muitas vezes o paciente já está com 90% da função dos rins comprometida. Por isso, exames simples como urina I e creatinina podem ajudar a detectar uma complicação precocemente”, alerta o Dr. Marcelo Alfieri.

Andréa David

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